8 comentários:
De Acolito Espirita a 28 de Agosto de 2004 às 04:52
Deve andar enrolado com alguma puta húngara :-O
De pataphisico_azul a 19 de Agosto de 2004 às 01:50
Obviamente que todos percebemos que, apesar de nao falar magyar, o Sr. FM é tao esperto que percebeu que era magyar, e nao é tudo, nem sequer lhe chamou húngaro. E ainda mais que isso, até sabe dizer obrigado na dita língua!!!!!!
De Walypala a 14 de Agosto de 2004 às 03:57
Móss... Mete o dedo do cú e xeira....
De Acolito Espirita a 9 de Agosto de 2004 às 04:02
Decidi tratar os leitores como se fossem inteligentes - atenção, um dia não são dias!
Quanto a uma tradução do que escrevi, está completamente fora de causa, nomeadamente por 2 razões: 1) Porque iria descontextualizar todo o texto, iria perder a sua especificidade lírica; 2) Porque sou um purista linguístico, ou seja, não concordo com as traduções: para mim livros em grego deviam ser lidos em grego, livros em hungaro em hungaro, turco em turco, português em braile, e brasileiros em esperanto; 3) Obviamente, não sei qual dos tradutores escolher, se os da europa américa, se os da bertrand. Ajuda, claro, para me esquivar a este trabalho, uma vez que o meu conhecimento da língua magiar é tão elevado como o meu conhecimento de swahili, e não pode aqui ser posto em causa!
De FM a 8 de Agosto de 2004 às 04:29
Desculpa lá, mas não te importas de traduzir. É que a lingua Magyar não é a minha especialidade. Kursónam, ou obrigado na lingua Lusa.
De raindogs a 8 de Agosto de 2004 às 04:13
Para a próxima, tenta não deixar essas vozes que te chamam nomes, escrever.
De miG a 7 de Agosto de 2004 às 05:40
... interessante, deveras interessante!
De Margarida Foleiro Pinto a 7 de Agosto de 2004 às 04:18
Sim, de facto devo concordar com esta filosofia hermenêutica. Nada mau, nada mau mesmo.
Contudo, dentro da lógica e de um plano de uma racionalização heurística da pragmática hermenêutica da ordem histórico-sociológica de Nietzsche - isto é, do pensamento - devemos levar em conta que todo o corpus tetual, mesmo que reverberante numa redimensionação das leis da historicidade universal, e num questionar sistémico da nossa identidade, está patente um minimalismo sintático - um elefante com asas!
Nada mau, nada mau mesmo.

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